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Vivemos hoje em um mundo totalmente globalizado e tecnológico, no qual quase todos têm acesso ao computador e à internet, o que permite uma troca cada vez maior de conhecimentos, culturas e interesses.Muitas crianças sabem acessar um computador antes mesmo de aprender a ler e escrever.
Porém apesar de tanta facilidade, ainda existem aquelas que não possuem computador em casa e só conseguem entrar nesse mundo virtual por meio de lan houses ou cursos informais dados por associações de caridade ou ONGs voltadas à educação.
É justamente essa “educação informal” que faz com que essas crianças e jovens descubram um mundo novo e interajam com este mundo.
No princípio, elas não sabem exatamente o que esperar dessa máquina e desse universo virtual. Querem aprender tudo, mexer em tudo, sem nem ao menos saber para o que serve.
Para elas, aprender a escrever, jogar ou até mesmo entrar em um site de relacionamentos tem o mesmo significado, pois tudo é novo.
A dimensão do que estão aprendendo é enorme e este mundo novo que está se abrindo também.
Cabe então ao educador, dar os instrumentos e ferramentas, mostrar os caminhos para que elas aprendam por si só a escolherem o que mais lhes dê sentido e significado.
Este documentário tem por objetivo mostrar esses dois lados. O lado dos jovens que estão entrando neste mundo virtual e tecnológico e do educador que está abrindo este espaço e mostrando seus significados, suas éticas e seus valores.
O documentário é sobre adolescentes entre 13 e 15 anos da Ong Caritás Santa Suzana localizada no bairro nobre do Morumbi que alternam suas vidas entre a escola, a família e as atividades oferecidas pela Ong. O objetivo é mostrar como esses adolescentes pensam o mundo virtual e como se adaptam a ele, apesar de todas as dificuldades sociais, econômicas e culturais que enfrentam e como a tecnologia pode ser usada como instrumento da educação aprimorando a escrita, a leitura o inglês e todo tipo de informação e como o acesso a essa tecnologia serve de ponte para que adolescentes de bairros periféricos se relacionem com o mundo através da internet.
Muito desses jovens entraram em contato com esse mundo virtual já adolescentes porém, a facilidade e a gama de informações que encontraram fez com que a maioria se jogasse de cabeça a ponto de não mais pensá-lo sem essa tecnologia e, principalmente, sem as redes sociais. Mas apesar disso muitos acreditam que ambas jamais substituirão a leitura de um bom livro ou o convívio com a família.

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